o que controlar?

opções limitadas

A tecnologia tem seus momentos para nos fazer de palhaços. O pagamento de contas, você abre o boleto no computador, aponta o celular pra localizar o código de barras, e antes que perceba estará filmando a tela igual a um idiota, de todos os ângulos, de perto e de longe, como se estivesse turistando o Cristo, até que o seu celular te impeça de passar vergonha por mais tempo, dizendo que não localizou código nenhum, o código bem na frente dele.

Nota: aumentar o zoom do pdf antes de apontar a câmera do celular

Millennium: os ônibus que não amavam as mulheres

Hoje em “livro ruim que estou lendo”: autor usa termos rebuscados para dizer coisas simples, se acha engraçado, os outros não

can I make it any more obvious?

Pânico:
1. Ir ao banheiro, depois de entrar notar toda a bancada tomada de mulheres;
2. Torcer para que elas saiam antes da minha vez de usar a pia;
3. Perceber que não, nenhuma delas saiu, e ter que pedir com licencinha, obrigada, tchau, até mais…

campo das ideias

Criticaram a bateria da Meg White esses dias, como pode. Pra falar mal do trabalho da Meg em White Stripes tem que estar num dia ruim ou numa vida ruim. Eu (instrumentos que toca: 0; graduação: exatas; shows a que já assistiu: Milionário & José Rico) vejo assim:

A bateria do White Stripes é uma coisa à parte. O trabalho que o Jack faz com a guitarra é destacado, canalizado e entregue melhor com a Meg. Uma bateria “convencional” na banda poderia poluir o som, criar ruído, tirar o brilho, em vez de tornar a música mais límpida, pura, vigorosa.

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