No episódio de hoje de coisas que eu escreveria no twitter se eu tivesse twitter:
Eu tenho horror a tule bege quando é usado para segurar o corte do tecido, eu acho assim, ou você assume o decote, ou usa uma peça mais fechada, mas o tule bege não, pelo amor de deus, e o pior é que em nove em dez vezes ele faz parceria com aquele bojo horrendo, sem sustentação, que parece EVA, chega faz barulho quando amassa, daí cria aquele busto artificial, esquisito, unidimensional, francamente brega.




Pra ser honesta, se eu fosse dizer tudo o que não gosto em vestidos de festa, veja bem, ficaria fácil entender porque eu detesto ir a casamentos, tirando a comida e o funk, claro.

Só quem consegue fazer valer seus direitos quando é lesado é quem sabe ser briguento, eu acho injusto, não se pode resolver as coisas com educação e civilidade?, mas a vida não é justa.


A música Tudo de Bom, do MC Livinho, sampleou Te souviens-tu, de Manu Chao, a comparação:
E a pessoa briguenta, olha que engraçado, aquela que todo mundo evita, que arruma gritaria por pouca coisa, que adora uma encrenca, geralmente essa pessoa vai colocar uma espada de são jorge na porta de casa, um olho grego, uma pimenta, esse tipo de coisa, logo ela, como que pode ela querer evitar o mal se ela é o mal.



Hoje eu vi um cachorro que parecia ser feito em monobloco, ele era assim, mas não era um gato, imagine aí um poodle, sem pescoço, no colo de um homem.
Ser virginiana com ascendente em libra às vezes é ficar meses guardando condimentos em saquinhos e pacotes em caixas de papelão, por não conseguir decidir qual o organizador mais bonito, prático, elegante e barato para comprar de kit, porque obviamente não quer ter que comprar depois peças avulsas diferentes, e se sentir sobrecarregada toda vez que entra no site da Shopee pra escolher.

Em iFood:


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